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Chegou a hora de redecorar o seu vocabulário.

A partir de 20 de novembro, vamos começar a abolir o termo criado-mudo.

Criadomudonuncamais

Em 1820, os escravos que faziam os serviços domésticos eram chamados de criados. Alguns desses homens e mulheres passavam dia e noite imóveis ao lado da cama com um copo d’água, roupas ou o que mais fosse.

Porém, alguns senhores achavam incômodo o fato de eles falarem, e muitos chegavam a perder a língua. Outros sofreram duras punições para “aprender" a nunca se mexer quando houvesse alguém dormindo.

Um dia, surgiu a ideia de uma pequena mesinha para ficar ao lado da cama, usada basicamente para apoiar objetos. Esse móvel exercia a mesma função do escravo doméstico e foi chamado de criado. Então, para não confundir os dois, passaram a chamar o móvel de criado-mudo.

Dois séculos depois, sem nos dar conta, ainda carregamos termos racistas como esse, mas sabemos que é sempre tempo de mudar e evoluir.

Por isso, a Etna está começando a abolir o nome “criado-mudo” de todas as suas lojas, virtual e físicas, e queremos que você também faça parte desse movimento.

Então, compartilhe #CriadoMudoNuncaMais com todo mundo que conhece.

Ah, e como podemos chamá-lo daqui pra frente?
Bem, ele já tem um sinônimo: mesa de cabeceira.

Clique aqui e conheça o nosso protocolo de intenções

Protocolo
de Intenções

#Criadomudonuncamais

Por acreditar que pequenas ações geram grandes transformações, demos início a um processo que visa abolir o termo criado-mudo do mercado.
Desta forma, passamos a usar o nome mesa de cabeceira e lançamos o movimento #CriadoMudoNuncaMais.

Confira abaixo o nosso protocolo de intenções:

  • Extinção do nome em todas as lojas físicas e no site de Etna;
  • Convite aos principais players do segmento para abolirmos juntos o termo do mercado;
  • Comunicados a todos os nossos fornecedores desse produto sobre a mudança, solicitando que retirem o nome criado-mudo de caixas, manuais e outros materiais informativos.

Sabemos que todas essas mudanças exigem alterações na cadeia produtiva e, por isso, levam um tempo para serem efetivadas. Desta forma, a Etna se compromete a acompanhar cada uma dessas fases e comunicar, nesta página, o progresso do projeto.

Acreditamos que esta simples atitude pode despertar nas pessoas uma consciência importante em relação a fatos e atos de nosso dia a dia que não podemos simplesmente ignorar.

Etna